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	<title>Cremasco &#187; Administrador Cremasco</title>
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		<title>Catálogo Cremasco 2015</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 15:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[AGUARDE CARREGAR O CATÁLOGO Solicite um orçamento: (11) 94488-7077 &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>AGUARDE CARREGAR O CATÁLOGO<br />
Solicite um orçamento:<br />
(11) 94488-7077</p>
<div class="issuuembed" style="width: 1125px; height: 972px;" data-configid="13207201/11309173"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Palestra Anfir: Vender hoje é mais Cérebro do que Músculo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2014 15:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cremasco Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 14 de maio a Cremasco esteve presente na Anfir na Palestra de Vendas,  com o tema: Vender hoje [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC_7113.jpg"><img class="alignleft" alt="DSC_7113" src="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC_7113.jpg" /></a>No dia 14 de maio a Cremasco esteve presente na Anfir na Palestra de Vendas,  com o tema: Vender hoje é mais Cérebro do que Músculo. Com o palestrante Salvador Balaguer. Uma manhã de muito aprendizado e técnicas de vendas.</p>
<p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Jantar de Apresentação da Empresa Gaplan</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2014 18:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cremasco Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cremasco esteve presente e apoiando o Evento de apresentação da Empresa Gaplan. Faça um orçamento com a Cremasco: (11) 94488-7077 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;"><a href="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC4054.jpg"><img class="alignleft" alt="_DSC4054" src="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC4054.jpg" /></a></span>Cremasco esteve presente e apoiando o Evento de apresentação da Empresa Gaplan.</p>
<p>Faça um orçamento com a Cremasco:</p>
<p>(11) 94488-7077<br />
e-mail: cremasco@cremasco.com.br</p>
<p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>2º Simpósio de Simulação Computacional Implementos Rodoviários</title>
		<link>http://cremasco.com.br/site/?p=457</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2014 15:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cremasco Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cremasco esteve presente neste evento que aconteceu em São Paulo no dia 28 de Abril de 2014, o 2º Simpósio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC1619.jpg"><img class="alignleft" alt="_DSC1619" src="http://cremasco.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/DSC1619.jpg" /></a></p>
<p>A Cremasco esteve presente neste evento que aconteceu em São Paulo no dia 28 de Abril de 2014, o 2º Simpósio de Simulação Computacional Implementos Rodoviários, evento realizado na sede da ANFIR e como palestrantes as empresas VirtualCAE e ESSS.</p>
<p>O Simpósio tratou em como projetar componentes mais leves e mais resistentes, discussões técnicas sobre a utilização de materiais alternativos como polímetros e compósitos. Também foi abordado trabalhos na área de dinâmica veicular e elementos finitos. E algumas simulações técnicas que são utilizadas na indústria e inovação do meio acadêmico.</p>
<p>Palestrantes de renome atuantes no mercado de Implementos, fizeram deste evento um atrativo e esclarecedor dia para todos os participantes.</p>
<p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cremasco presente no Workshop alumínio em carrocerias abertas &#8211; Abal</title>
		<link>http://cremasco.com.br/site/?p=421</link>
		<comments>http://cremasco.com.br/site/?p=421#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 17:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cremasco Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ Encontro reuniu especialistas da indústria de transportes e do alumínio A indústria do alumínio vem trabalhando para aumentar sua participação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p> Encontro reuniu especialistas da indústria de transportes e do alumínio</p>
</div>
<div>
<p><span><img alt="" src="http://www.abal.org.br/utilitarios/FCKeditor/UserFiles/Image/noticia-790.gif" width="280" height="187" align="left" />A indústria do alumínio vem trabalhando para aumentar sua participação no setor de transportes, principalmente no segmento de implementos rodoviários em que o metal ainda não tem tradição de uso. Para estreitar o relacionamento entre os dois setores, a ABAL realizou no dia 24 de agosto em São Paulo, o workshop “Alumínio em carrocerias abertas”. O encontro reuniu  mais de 100 profissionais, dos quais metade deles representando o setor de transportes.</span></p>
<p><span>Abrindo o workshop, o presidente da ABAL, Adjarma Azevedo, resgatou a importância histórica do alumínio na substituição de materiais mais pesados e até obsoletos para os dias atuais, como a madeira, e lembrou que em países desenvolvidos ou em forte crescimento, o alumínio tem participação intensiva no transporte rodoviário de cargas: “um material que agrega tecnologia, sem aumentar o peso dos modais; traz segurança e conforto ao usuário e economia para o empresário; além de ser menos emissor de gases poluentes.”</span></p>
<p><span>De fato, dados mostrados pelo coordenador do Grupo Setorial de Extrusão da ABAL, Erivam Boff, indicam um crescimento anual de 8,1% até 2018 no uso global de alumínio em transportes. No Brasil, ressaltou Boff, alguns obstáculos ainda precisam ser vencidos para que o alumínio tenha maior penetração, tais como pouca divulgação das vantagens competitivas do metal; falta de informações técnicas sobre o material, ideias equivocadas sobre comportamento estrutural, processos de fabricação e custo do equipamento de alumínio, além de enfrentar a cultura arraigada de outros materiais utilizados há mais tempo.</span></p>
<p><span><strong>Mais leve e vantajoso</strong></span></p>
<p><span>Diminuir esses obstáculos, aproximando a indústria do alumínio dos fabricantes e usuários de carrocerias abertas é a meta do Grupo de Trabalho Carga Seca da ABAL, coordenado pelo engenheiro metalurgista e PHD Marcelo Gonçalves. Resultados preliminares de pesquisa conduzida pelo GT indicam que 66% dos fabricantes consultados têm interesse em fabricar o equipamento em alumínio. Entre os usuários, o índice fica em 45%.</span></p>
<p><span>Segundo a pesquisa, facilidade de fabricação, menor tempo e custos de montagem e diminuição considerável do peso do implemento contaram a favor do alumínio. Por outro lado, o custo do material, a falta de informação e de oferta do produto e as dificuldades de manutenção foram os entraves apontados pelos fabricantes e usuários das carrocerias, para o maior uso de alumínio.</span></p>
<p><span>Gonçalves informou que já existem programas de simulação que calculam o retorno financeiro obtido com a utilização do alumínio como matéria prima. “O que é fundamental para convencer aqueles produtores e transportadores mais resistentes à novidade. É importante mudar a cultura vigente e quebrar paradigmas comprovando que o alumínio não só é viável, como também muito mais vantajoso do que as demais alternativas”, observou o engenheiro.</span></p>
<p><span>Para o representante do Comitê de Mercado de Transportes da ABAL, Adilson Molero, o alumínio não custa caro. Como o metal tem um terço do peso do aço, a comparação de custo por quilo não pode ser direta. Segundo ele é fundamental fazer análise de custo-benefício, considerando, inclusive, que o alumínio não precisa de pintura ou acabamentos de proteção, equilibrando os custos entre os dois materiais, mas com as vantagens que só o alumínio agrega.</span></p>
<p><span>A redução de peso proporcionada pelo uso do alumínio, em substituição ao aço e/ou a madeira, é transformada em maior carga útil. Assim, a receita adicional de frete deve pagar rapidamente o eventual investimento adicional. Além disso, o custo operacional (combustível, lubrificantes, pneus e outros itens de consumo) também poderá ser diminuído, uma vez que haverá ocasiões em que o veículo trafegará vazio. “Em alguns casos, a maior capacidade de carga do implemento poderá propiciar a diminuição da frota necessária para a realização de determinado trabalho, tornando a viabilidade financeira ainda mais óbvia”, explica Molero. Sobre a resistência estrutural, brincou: “quando falam em alumínio, as pessoas se lembram das panelas, mas se esquecem dos Boeings”.</span></p>
<p><span>Em seguida, Rafael Wolf Campos presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR), focou sua apresentação na importância de expor aos fabricantes o tempo de retorno de investimento, para aumentar o uso de alumínio na produção de implementos. Para mostrar o potencial do segmento de carrocerias cargas secas sobre chassis, Campos apresentou os seguintes dados: em 2010 foram emplacadas 37,2 mil desses implementos, um aumento de 40% sobre 2009.</span></p>
<p><span><strong>Desafios e oportunidades</strong></span></p>
<p><span>O coordenador-técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC &amp; Logística) discorreu sobre os problemas enfrentados pelo transporte rodoviário – modal responsável por cerca de 60% da carga transportada no país, entre eles: ausências de regulamentações e fiscalizações, excesso de peso e acidentes, frotas antigas e pouco econômicas que rodam sobre apenas 13% de rodovias pavimentadas, das quais 59% não estão em bom estado. “Se todas as rodovias estivessem em boas condições, o custo com o transporte rodoviário seria 32% menor”, informou Neuto.</span></p>
<p><span>Para melhorar essa situação, que coloca o Brasil na lanterna entre os países do G-20, em termos de infraestrutura rodoviária, o governo esta destinando R$ 50 bilhões do PAC 1 e 2 para obras rodoviárias. O que é insuficiente, segundo o IPEA, que estima ser necessário um montante de R$ 183,5 bilhões.</span></p>
<p><span>Encerrando o encontro, um painel conduzido pelo coordenador do Comitê de Mercado de Transportes da ABAL, Ayrton Filleti, reunindo representantes dos setores de transportes e do alumínio, discutiu os desafios do setor de logística e a participação do alumínio no segmento de implementos rodoviários.</span></p>
<p><span>Para Alcides Braga, presidente da Truckvan – fabricante de implementos que utiliza intensivamente o alumínio – “a indústria do alumínio precisaria acompanhar mais o mercado de transporte, investir em customização, nos visitar, identificar oportunidades e propor soluções, mostrar onde estamos errando, onde poderíamos substituir determinado material e assim melhorarmos nosso desempenho.”</span></p>
<p><span>Compartilhando da mesma opinião, Celestino Cremasco Filho, diretor da Cremasco Implementos Rodoviários, salientou a dificuldade de lançar projetos com alumínio. “Falta alguém que conheça a área de transportes na indústria do alumínio para facilitar a engenharia das peças e para passar mais conhecimento”. Rafael Wolf Campos, da Anfir, também citou as dificuldades para se fazer a manutenção dos implementos de alumínio: algo bem sucedido no Sul e Sudeste, mas ainda uma dificuldade nas demais regiões do país.</span></p>
<p><span>Mesmo com tantos desafios, André Pinho, gerente comercial da Rodorei, acredita que o mercado vai partir para o uso intensivo do alumínio, “a madeira está com a qualidade cada vez pior, o preço cada vez maior e o descarte é complicado e custoso; o aço, não tem a leveza, a durabilidade e o elevado valor residual do alumínio”.</span></p>
<p><span>A transportadora substituiu as tampas laterais e traseiras (guardas) de madeira por alumínio, em caminhões abertos carga seca, e revelou os benefícios: redução do impacto ambiental; garantia da matéria-prima dentro da especificação necessária (madeira certificada não garante qualidade); valor residual do bem potencialmente melhor; redução do peso (mais de 370 kg) e custo equivalente ao da madeira (utilizando cerca de 110 kg de alumínio). “Os primeiros passos já foram dados, já estamos mostrando a realidade além do projeto”, afirma Pinho, que pretende ampliar o uso do alumínio em seus caminhões nos fueiros, malhal, longarinas e na base do assoalho, o que reduzirá o peso total do implemento em 800 kg.</span></p>
<p><span>“O alumínio é muito forte e importante no nosso segmento, esperamos que a indústria, consiga cada vez mais desempenhar esse papel de influenciar e explorar seu real valor”, concluiu Braga, da Truckvan. Mensagem que, segundo o presidente da ABAL, Adjarma Azevedo, foi bem absorvida pela indústria e que merecerá a devida atenção da entidade, a fim de trazer respostas mais rápidas para os fabricantes e usuários de implementos rodoviários.</span></p>
<p>Fonte:<a title="abal" href="http://www.abal.org.br/noticias/lista-noticia/integra-noticia/?id=790"> http://www.abal.org.br/noticias/lista-noticia/integra-noticia/?id=790</a></p>
<p>Fotos: abal</p>
<p>
</div>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Clique Aqui! </title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 16:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cremasco Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto recria modelo carga seca aberta Consórcio de dez extrusoras de alumínio desenvolve sistema 100% alumínio, ainda mais resistente, leve, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 2em; line-height: 1.5em;">Projeto recria modelo carga seca aberta</span></p>
<p><span style="font-size: 1.5em; line-height: 1.5em;">Consórcio de dez extrusoras de alumínio desenvolve sistema 100% alumínio, ainda mais resistente, leve, sem soldas e de fácil montagem</span></p>
<div id="addthis_alinha">
<div>
<table width="580" border="0" cellspacing="5" cellpadding="5" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img title="Arte Magentaking sobre foto Gaspar Nobrega" alt="Arte Magentaking sobre foto Gaspar Nobrega" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/33/imagens/i367192.jpg" width="580" height="327" name="[i367192]" /></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;">Produto da Cremasco com grades laterais de alumínio; Na imagem, a frase é uma montagem que traduz expectativa do setor</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não apenas a guarda lateral é em alumínio. Nessa carroceria carga seca aberta, também o chassi, a estrutura, o malhal, o assoalho e todos os componentes são em alumínio. O modelo não está à venda no mercado &#8211; a perspectiva é que comece a chegar às linhas de produção em 2013. O Projeto Abal Carga Seca está em desenvolvimento e é fruto de uma iniciativa inédita que reúne dez extrusoras de alumínio em torno de um objetivo comum: criar um sistema ideal dessa carroceria.</p>
<p>&#8220;Vamos lançar mão da versatilidade do extrudado para criar um projeto inovador, otimizando o uso de perfis, reduzindo ainda mais o peso e testando o produto para todos os desafios de resistência&#8221;, diz o engenheiro Marcelo Gonçalves, coordenador do projeto na Associação Brasileira do Alumínio (Abal).</p>
<p><span style="color: #929397;"><strong>Novo Sistema </strong></span><br />
A carroceria está sendo projetada para o <em>truck</em> com três eixos, com cerca de 17 toneladas de carga útil, o modelo mais vendido no mercado. A criação desse sistema e a possível montagem de um protótipo representam a quarta parte de um projeto da Abal, que traz argumentos para a adesão à carroceria carga seca aberta em alumínio. Nas etapas anteriores, a entidade demonstrou que a carroceria de alumínio, submetida às mesmas condições de utilização que as concorrentes, consegue gerar lucro, depois de oito anos, 280% maior do que a carroceria de madeira (R$ 47,8 mil versus R$ 12,5 mil) e 161% maior do que o modelo em aço.</p>
<p>Demonstrou, também, que apesar de o investimento inicial ser superior ao da madeira (39%) e ao do aço (14% maior), o tempo de retorno sobre o investimento é bem menor &#8211; 26 meses do alumínio, contra 69 da madeira e 58 do aço. Mesmo com as informações à disposição, o modelo carga seca aberta em alumínio tem ainda poucos fabricantes nacionais, entre eles, a Cremasco. O projeto, que conta com apenas as guardas laterais em alumínio, está à venda há dois anos. &#8220;Nesse período, nós adquirimos confiança no produto e fomos desmistificando as impressões erradas que as transportadoras tinham&#8221;, explica o proprietário Celestino Cremasco Filho.</p>
<p>Entre os mitos, o de que a carroceria em alumínio &#8220;é mais fraca&#8221;: &#8220;Não é verdade, eu garanto. Tanto que, se não resistir, eu mesmo substituo para o comprador. De todas que eu vendi, eu nunca substituí nenhuma&#8221;, conta o empresário, em cujo portfólio há 18 produtos, dois deles de alumínio.</p>
<p>Cremasco Filho explica que há vantagens em produzir a carroceria em alumínio: &#8220;Preciso de menos funcionários, só uma máquina de corte, uma furadeira e uma rebitadeira. O produto já vem anodizado, com furação, dá muito menos trabalho para montar e é muito mais bonito&#8221;. Ele pondera que, para desenvolver o produto e manter a linha de produção ativa, é preciso estabelecer uma parceria muito afinada com as empresas fornecedoras de perfis: &#8220;No alumínio, eu não produzo sozinho, preciso trabalhar em conjunto com a engenharia das extrusoras&#8221;, alerta.</p>
<p>Tornar esse relacionamento mais sólido é um dos objetivos do projeto. &#8220;Com esse consórcio, empresas que não tenham por prática dar esse suporte ao cliente estarão capacitadas, com o novo modelo em mãos&#8221;, diz Gonçalves. Um projeto estrutural e executivo será desenvolvido e ficará à disposição de todas as empresas envolvidas, para que possam customizar a proposta e acrescentar seus diferenciais.</p>
<p><span style="font-size: large;">Produzir a carroceria em alumínio demanda muito menos trabalho, uma vez que precisa de menos funcionários e o produto já vem anodizado e com furação</span></p>
<p><span style="color: #929397;"><strong>Expectativas </strong></span><br />
Tanto para o setor de implementos rodoviários como para as empresas transportadoras de cargas, a redução de peso das carrocerias ocupa papel central nas discussões e esforços &#8211; o que ganhou mais força depois da Lei da Balança e, agora, terá novo impulso com o Inovar-Auto. Lauro Valdívia, assessor técnico da NTC&amp;Logística, entidade que reúne cerca de quatro mil transportadoras, analisa: &#8220;Reduzir peso é uma busca constante. Quanto menor a tara, maior a capacidade de carga útil, mais faturamento e mais vantagem competitiva para a empresa. Por isso, se faz investimento em insumos mais leves e o alumínio é um deles&#8221;.</p>
<p>O consórcio, portanto, gera boas expectativas: &#8220;A iniciativa é bem-vista, precisamos mesmo aumentar a capacidade do caminhão e a durabilidade. Mas é importante que o preço seja também acessível&#8221;, pondera Valdívia.</p>
<table width="395" border="0" cellspacing="5" cellpadding="5" align="right" bgcolor="#343132">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="110"><img title="" alt="" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/33/imagens/i367193.jpg" width="110" height="320" name="[i367193]" /></td>
<td valign="top" width="250"><span style="color: #f2b000; font-size: large;"><strong>Carga seca aberta</strong></span><br />
<span style="color: #ffffff; font-size: large;"><strong>Alumínio X Concorrentes</strong></span><span style="color: #ffffff;">Após oito anos de uso:</span></p>
<p><span style="color: #f2b000;"><strong>Lucro do alumínio</strong></span><br />
<span style="color: #ffffff;">280% maior que madeira<br />
161% maior que em aço</span></p>
<p><span style="color: #f2b000;"><strong>Retorno sobre investimento</strong></span><br />
<span style="color: #ffffff;">alumínio, em 26 meses<br />
aço, em 58 meses<br />
madeira, em 69 meses</span></p>
<p><span style="color: #ffffff; font-size: xx-small;">Fonte: Abal</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo explica o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Alcides Braga, o setor percebe que as transportadoras ainda não fazem a conta do custo-benefício, aspecto que, segundo diz, deve ser mais valorizado. &#8220;Sentimos que há um imediatismo muito grande na compra, o cliente não é muito sensível ao ganho a médio prazo, quer saber de economizar no ato da compra, apenas&#8221;, diz. Ele exemplifica com dados da empresa que dirige, a Truckvan, que trabalha com baús de alumínio. &#8220;Explicamos toda a questão do custo-benefício do alumínio, dizendo que é mais nobre, tem maior durabilidade, é uma solução melhor já desde o processo construtivo e gera mais ganhos. Dez por cento dos clientes para quem fazemos toda essa cartilha aderem ao alumínio&#8221;, conta.</p>
<p>Braga acredita que convencer fabricantes de implementos a produzir carrocerias modelo carga seca aberta em alumínio exige que o projeto seja de simples montagem e manutenção. &#8220;O ideal é que o produto facilite a vida da fábrica, funcionando como em um lego: simples de montar, com menos mão de obra e que exija menos orientação para construir. Isso pode convencer o cliente a mudar de paradigma&#8221;, argumenta o presidente da Anfir. Segundo a Abal adianta, o projeto não terá soldas e tem como premissa a fácil montagem.</p>
<p>Rudimar Pagliarin, diretor comercial da Rodolinea, marca de implementos do Grupo Hübner, acrescenta que, em um projeto como esse, espera-se que o sistema seja modular, com perfis laterais parafusados &#8211; e não totalmente soldados: &#8220;Se alguma peça é danificada, você troca os perfis específicos e já sai rodando. Quando o projeto é assim, a manutenção é muito simples&#8221;, ele explica.</p>
<table width="420" border="0" cellspacing="5" cellpadding="5" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img title="Divulgação/Rodolinea" alt="Divulgação/Rodolinea" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/33/imagens/i367194.jpg" width="400" height="276" name="[i367194]" /></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;">Modelo semirreboque basculante com caixa de carga de alumínio da Rodolinea tem tara 16% menor em relação à versão em aço</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A empresa tem experiência com o metal, já que, no início de 2012, começou a comercializar o semirreboque basculante com caixa de carga 100% alumínio, que tem duas toneladas a menos de tara (ou 16%) em relação ao modelo em aço. O produto é um sistema patenteado, fruto da parceria com a italiana Menci, que fornece os perfis e o projeto original, que foi adaptado para a realidade brasileira.</p>
<p><span style="font-size: large;">Para Braga, da Anfir, os consumidores de implementos ainda estão aprendendo a comprar observando o custo-benefício que o alumínio traz, a médio prazo</span></p>
<p>&#8220;Já adquirimos experiência com o produto e, na nossa nova fábrica, teremos uma planta específica para alumínio. Já no fim de 2013, pretendemos o uso no semirreboque carga seca e graneleiro, em partes estratégicas. Sabemos que ele traz retorno certo para o cliente.&#8221;</p>
<p>Cremasco Filho também acredita que o alumínio ganhará espaço nos próximos anos: &#8220;Não há dúvidas que o mercado vai preferir alumínio. Aqui na Cremasco mesmo, em cinco anos, a produção deve chegar a 50% em alumínio&#8221;, estima. Para Gonçalves, coordenador do projeto, o consórcio trará mais argumentos para a mudança: &#8220;O projeto apresentará ainda mais vantagens do produto, fundamentadas em pesquisas, trazendo uma contribuição técnica para o mercado&#8221;.</p>
</div>
<div>
<p>Entrevista completa da Revista Alumínio:</p>
<p>Fonte: http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/33/projeto-recria-modelo-carga-seca-aberta-consorcio-de-dez-275719-1.asp</p>
</div>
</div>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Clique Aqui! </title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 16:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador Cremasco]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A carroceria moderna Preocupação com uso legal da madeira e preço em alta do material fazem mercado amadurecer a adesão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<h1>A carroceria moderna</h1>
<p><span style="font-size: 1.5em; line-height: 1.5em;">Preocupação com uso legal da madeira e preço em alta do material fazem mercado amadurecer a adesão às carrocerias carga seca de alumínio, que transportam mais carga e custam apenas 10% a mais do que as tradicionais</span></p>
<table width="590" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="590"><img title="" alt="" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/imagens/i292370.jpg" width="590" height="157" name="[i292370]" /></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;">Carroceria chega a pesar 56% menos do que modelo tradicional</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left">O custo competitivo e a tradição sempre foram argumentos para o contínuo e prevalente uso da madeira para produção de carrocerias abertas para o transporte de carga seca. Entretanto, a regulamentação do DOF (Documento de Origem Florestal, licença obrigatória que controla o transporte e o armazenamento de produtos florestais de origem nativa, controlada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama), criou limitações de corte e extração e obrigou empresas a buscar certificações para o uso correto da madeira. As mudanças, crescentes desde 2006, têm feito o preço de mercado da madeira subir e, em algumas localidades, gerado até escassez do material certificado, segundo fabricantes. O apelo à conscientização ambiental, experimentado intensamente pelos mercados atualmente, encontra eco nesse controle do uso da madeira e, com isso, ganha fôlego, mais do que nunca, a proposta de transição para o alumínio como o material das carrocerias de carga seca.</p>
<p>Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir) mostram que, durante o ano de 2010, foram produzidas cerca de 110 mil carrocerias sobre chassi no Brasil. Desse total, conforme pesquisa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), 51,4% são abertas.</p>
<p>Embora não haja estudo que mostre, de forma precisa, a participação dos materiais nesse universo, acredita-se que quase a totalidade das carrocerias abertas dos caminhões da frota brasileira seja, ainda hoje, de madeira. “A participação do alumínio nessas carrocerias é pequena, embora isso deva mudar”, avalia Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico executivo da NTC &amp; Logística. A despeito dos números absolutos, entende-se a mudança como tendência, já que o mercado pede alternativas aos modelos tradicionais.</p>
<p>“A madeira está ficando cada vez mais cara e a preocupação com o uso de madeira certificada é muito grande. Por isso, acreditamos na chegada do alumínio ao mercado”. Quem analisa é André Pinho, gerente executivo da Rodorei Transportes, uma das empresas que deram início ao processo de transição para o metal.</p>
<p>Um protótipo entrou em operação há seis meses e confirmou as expectativas iniciais do projeto piloto. Pinho afirma que dois novos modelos serão adotados com diversas evoluções dentro de pouco tempo. “Em relação ao peso, houve uma redução real de 300 kg”, diz. A queda só não foi maior porque algumas partes, como assoalho e longarinas, são ainda de madeira. “Nos próximos modelos, isso será modificado e a expectativa é conseguir uma redução de 700 kg por carroceria”, conta.</p>
<p>O projeto piloto conseguiu ultrapassar mais um obstáculo, tido como o mais relevante deles: o preço. “Há algum tempo, o valor chegava a ser 50% mais caro. Agora, madeira foi encarecendo e o custo está apenas cerca de 10% superior ao desta”, afirma Pinho, que acrescenta: “Com o aumento das exigências por utilização de matéria-prima reflorestada e a queda do quilograma do alumínio, essa diferença tende a desaparecer”.</p>
<p>Por essa razão, o gerente executivo acredita que, à medida que os transportadores e autônomos forem informados sobre os ganhos da utilização e do valor real de investimento, a tendência é de ocorrer uma migração gradativa para as carrocerias de alumínio. “Em termos de custo, é preciso levar em conta também que, depois de cinco anos de uso, se eu for vender o caminhão, a carroceria de madeira já não tem valor algum, ninguém quer. Já a de alumínio, eu ainda comercializo ou mesmo vendo para reciclagem”, analisa.</p>
<p><strong><span style="color: #999999;">Mudança de foco</span></strong><br />
A Cremasco Implementos Rodoviários já deu início à produção da carroceria de alumínio. Celestino Cremasco Filho, diretor da empresa, afirma que levou em consideração vários fatores para essa decisão, entre elas a dificuldade em obter madeira. “Emprega-se ipê ou jatobá na produção, mas está muito difícil para ser liberado o corte, com exigências cada vez maiores”, diz.</p>
<p>Enquanto esse material exige aproximadamente 15 operações para a fabricação da carroceria aberta carga seca, o aço demanda dez etapas e o alumínio apenas oito, sem a necessidade de pintura ou acabamento. A simplicidade da montagem do caminhão é outro aspecto valorizado. “A montagem, feita com aço, com uma equipe de oito funcionários, exige um dia de trabalho. Já o alumínio necessita, para o mesmo trabalho, somente quatro pessoas, ou seja, o dobro de produtividade. Basta cortar, dobrar e montar”, diz.</p>
<p>Outro ponto positivo: o baixo investimento em maquinário, pois a linha demanda menor número de equipamentos. A expectativa é de que esse resultado se torne melhor nos próximos meses, pois ainda é preciso “afinar” a produção.</p>
<table width="250" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="250"><img title="" alt="" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/imagens/i292371.jpg" width="250" height="265" name="[i292371]" /></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;">Mais alumínio: mercado já projeta produzir malhau, assoalho e estrutura de sustentação da carroceria com o metal para reduzir ainda mais a tara do veículo</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cremasco explica que a transição se mostrou muito tranquila em razão de contar com grande experiência, 36 anos de mercado, mas acredita que o apoio das indústrias do setor seja fundamental para o desenvolvimento dos produtos. No seu caso, o fornecedor tem desempenhado papel importante.</p>
<p>“Qualquer dúvida, eles mandam um técnico, sem custo”, ressalta.</p>
<p>O convencimento para adoção do novo modelo não parece preocupar Cremasco. Trabalho feito em conjunto com um cliente apontou que, com a diferença de peso, é possível fazer uma viagem e meia a mais por mês. “A carroceria de madeira de 9,5 m pesa cerca de 1.600 kg, a de aço, 1.100 kg, aço e alumínio, 900kg, e a inteira em alumínio, apenas 700”, diz, referindo-se aos modelos que, além das abas, têm assoalho do metal. Os empresários lembram que, quanto menor a tara do caminhão, mais carga pode ser transportada, o que acelera o retorno.</p>
<p>Se, por um lado, as transportadoras miram um retorno rápido do investimento, por outro, os motoristas de caminhões elogiam a facilidade para baixar e levantar as guardas da carroceria, que exigem menor esforço por serem mais leves. “É bem mais prático”, conta Genésio Oliveira de Moura, motorista há cinco anos. Enquanto uma peça inteiriça de madeira exige pelo menos dois funcionários na manipulação, a de alumínio, seccionada, permite que o motorista abra a carroceria sozinho.</p>
<p>Hoberdan Bertotti, da Nolly Implementos Rodoviários, também cita a dificuldade no trabalho com a madeira como a razão do aumento do interesse pelo alumínio. “Não tenho problemas, pois todo o meu estoque tem guias do Ibama. No entanto, a madeira vai custar cada vez mais caro e tornar as empresas reféns de quem a vende”.</p>
<p>Ele lembra ainda que a madeira exige mão de obra especializada, é pesada e gera muita poeira no manuseio, mostrando-se nociva ao trabalhador. A quantidade de balanças espalhadas pelas rodovias brasileiras servirá para ressaltar as virtudes das carrocerias de alumínio. “Tenho clientes com 20 caminhões, ou seja, 20 viagens diárias. Com 500 kg a menos para transportar em razão de carrocerias mais leves, o investimento é recuperado no final do mês”, diz Bertotti.</p>
<p>Matéria completa no site:</p>
<p><a title="Cremasco 01" href="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/a-carroceria-moderna-preocupacao-com-uso-legal-da-madeira-228165-1.asp" target="_blank"> http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/a-carroceria-moderna-preocupacao-com-uso-legal-da-madeira-228165-1.asp</a></p>
<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>Clique Aqui! </title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 03:50:49 +0000</pubDate>
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<p>CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIÁ-LAS</p>
<p>Atendendo ao pedido e a necessidade de cada cliente.</p>
<p>Faça um orçamento:<br />
(11) 94488-7077<br />
e-mail: cremasco@cremasco.com.br</p>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 16:59:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sider: Piso Duplo (Douple-Deck) e com Teto de Elevação Produção: Cremasco Implementos Rodoviários. Visite nosso site: www.cremasco.com.br e-mail: cremasco@cremasco.com.br Fone: (11) [&#8230;]]]></description>
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<p>Sider: Piso Duplo (Douple-Deck) e com Teto de Elevação</p>
<p>Produção: Cremasco Implementos Rodoviários.<br />
Visite nosso site: www.cremasco.com.br<br />
e-mail: cremasco@cremasco.com.br<br />
Fone: (11) 94488-7077</p>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 16:54:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Guincho para 4 carros. Produção: Cremasco Implementos Rodoviários. Visite nosso site: www.cremasco.com.br e-mail: cremasco@cremasco.com.br Fone: (11) 94488-7077 &#160;]]></description>
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<p>Guincho para 4 carros.</p>
<p>Produção: Cremasco Implementos Rodoviários.<br />
Visite nosso site: www.cremasco.com.br<br />
e-mail: cremasco@cremasco.com.br<br />
Fone: (11) 94488-7077</p>
<p>&nbsp;</p>
<p></p>]]></content:encoded>
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